REVISITANDO O PASSADO


(a ressurreição de Geisel e Figueiredo)





Toda história tem dois lados. Existem os que pensam que pela força e autoridade podemos conseguir resultados melhores e mais eficazes a curto prazo. Outros acham que ouvindo e negociando as partes tendem a atingir resultados mais sustentáveis e douradores a médio e longo prazo. Qualquer que seja a opção não encontraremos um resultado adequado dentro de um mundo binário onde existe simplesmente um sim ou não ou contra ou a favor. O primeiro pensamento justifica a força usada pelo estado em uma época em que o regime militar tinha também as suas baixas humanas por conta dos terroristas que afrontavam o regime. O segundo que acusa o estado pelo uso da força e pela execução de presos políticos. A informação liberada agora sobre a autorização do então Presidente Geisel ao seu chefe do SNI e futuro presidente João Figueiredo é estarrecedora. Apesar de assunto conhecido é chocante quando nos deparamos com a verdade dos fatos históricos. Sem fazer juízo de valor, pois cabe a cada um de nós em separado, o que veio à tona agora serve para uma reflexão coletiva. Estamos em um momento pré-eleitoral onde forças antagônicas se confrontam. Podem ser analógicas, em papos informais ou mesmo formais com posições partidárias. Especialmente na eleição de outubro o uso das mídias sociais tem se intensificado e está servindo de alavancagem para as candidaturas presidenciais e parlamentares. Está chegando a hora de cada cidadão decidir o que melhor lhe parece, optando por planos de candidatos mais radicais ou por candidatos mais liberais e moderados. Segundo Winston Churchill a democracia é o pior dos regimes políticos, mas não há nenhum sistema melhor que ela. Olhando a história e visitando o nosso passado podemos aprender e buscar melhores planos para o futuro. A bola está quicando na área pronta para o nosso chute.

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