DAY AFTER


( o dia seguinte)
No dia seguinte a sua eleição duas notícias. A primeira de convidar Sergio Moro para participar do seu governo, como ministro da justiça ou como futuro membro da corte. Isto atende a todos que pensam no bem do país. A outra mostrou a sua parecença com "Trump" ao lidar com a imprensa. Seu confronto direto com a imprensa lembra Trump de carteirinha. Seu assessor direto de comunicação já havia chamado parte da imprensa de “lixo”. Em verdade nada de se admirar em relação as suas atitudes. Nesse mesmo dia seguinte começamos a pagar a conta da decisão de muitos brasileiros contra a ameaça do retorno de Jedi (PT).  É o preço salgado da decisão, que não tinha outra saída à vista. É o preço também da democracia,  o menos pior de todos os caminhos.  Antes das eleições batíamos em "cachorro morto", o governo do PT e do MDB. Agora estamos diante de um" governo vivo". Lembro que aqui estamos colocando democraticamente uma opinião, que não coincide obrigatoriamente  com a de muitos. Obrigado.
Bolsonaro diz que publicação ‘não é digna’ e fala em cortar verbas; em nota, ‘Folha’ diz que ele ‘não entendeu o papel’ do jornalismo
Depois de dizer ontem, em entrevista ao “Jornal Nacional”, que era “totalmente favorável à liberdade de imprensa”, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, acusou o jornal “Folha de São Paulo” de propagar notícias falsas a respeito dele e disse que irá cortar as verbas de propaganda oficial de veículos jornalísticos que agirem, na avaliação dele, “mentindo descaradamente”. 
Bolsonaro citou uma reportagem veiculada pelo jornal no início do ano, revelando que uma funcionária lotada no gabinete dele vendia açaí em um pequeno comércio de Angra dos Reis, na mesma rua onde fica sua casa de veraneio. Na ocasião, ele alegou que a assistente estava de férias. Ontem, Bolsonaro desqualificou as informações da reportagem dizendo que o jornal havia mentido no episódio. 
Em nota, a “Folha de S. Paulo” afirmou que “o presidente eleito se engana”. “A reportagem da Folha mostrou que uma funcionária sua na Câmara dos Deputados trabalhava em horário de expediente vendendo açaí em Angra dos Reis (RJ) em mais de uma ocasião e em meses diferentes. Tanto que ela acabou exonerada por ele. Jair Bolsonaro, mesmo após eleito presidente, não deixa de ameaçar a Folha. Ainda não entendeu o papel da imprensa nem a Constituição que promete obedecer”, destacou o veículo. 
Na entrevista ao JN, Bolsonaro foi questionado se seria do seu desejo que o jornal acabasse. Ele então citou as verbas do governo. 
— Não posso considerar essa imprensa digna. Não quero que ela acabe, mas, no que depender de mim, da propaganda oficial do governo, a imprensa que se comportar dessa maneira, mentindo descaradamente, não terá apoio (financeiro) do governo federal. 
Ele também criticou reportagem recente da “Folha de S. Paulo” sobre empresas que bancaram disparos de mensagens falsas contra o PT. Mais cedo, em entrevista à TV Record, o presidente eleito afirmou que não vai atuar para impor limites à liberdade de expressão, deixando a tarefa aos cidadãos. 
— Quem vai impor limite é o leitor. Tem certos órgãos de imprensa que caíram em descrédito por ocasião das eleições. Estão perdendo assinantes ou telespectadores. Quem vai limitar isso vai ser o cidadão na ponta da linha —disse Bolsonaro. 



JOÃO TEIXEIRA DE AZEVEDO NETO


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