ALEXANDRE "O GRANDE"

 


E-mail enviado em 3/7 a todos os Juizes do STF, Deputados Federais e Senadores da Republica


A história da previdência é uma “colcha de retalhos”! O cálculo já foi feito com base nos 36 meses anteriores e nos 48 meses anteriores a data da aposentadoria. A partir de nov/1999 passou a ser feito entre julho 1994 até a data da aposentadoria. Desde a data do primeiro emprego até a data da aposentadoria o contribuinte contribui com os mais diversos valores de contribuição limitados a um teto. Esse é o conceito da Revisão da vida toda. Obviamente que esse é o critério mais justo com equidade para todos.  Seu eu fosse o Alexandre de Moraes pediria um estudo oficial do impacto financeiro para converter todos os benefícios em vigor da previdência ao critério da vida toda e compará-los com seus valores atuais pagos. Esse seria o preço justo a ser pago sem ficarem falando em estourar a previdência sem evidências. A guisa de análise temos:

70% dos aposentados recebem um salário-mínimo (1100);

30% dos aposentados recebem em média 3 salários-mínimos (3300);

Em média paga-se 1.6 salários-mínimos por aposentado (1760)

São cerca de 31 milhões de aposentados no Brasil.

O valor do teto máximo atual pago é de 6433 reais.

Estimando-se 20% dos aposentados com média de 3 salários seriam 1.9 milhões com provável direito a revisão (6% de todo os segurados). Mantendo-se os valores atuais pagos aos segurados estima-se um impacto retroativo dos últimos 5 anos de 93 bilhões e anual futuro de 20 bilhões (e não os 46 bilhões divulgados na imprensa sem fundamentos).  Em verdade são 3% do orçamento em 2021.

O mundo e a previdência não vão acabar Alexandre Moraes e STF!  

João Teixeira de Azevedo Neto
Consultor de Gestão, Pessoas e Negócios
Avenida das Américas, 700 - bloco 3 / 217 Barra da Tijuca (RJ)



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