NEGÓCIOS, RESULTADOS, PESSOAS, PROCESSOS E TECNOLOGIA

 


Uma Gestão Estratégica na iniciativa privada trabalha em 5 frentes básicas: Resultados, Negócios, Pessoas, Processos e Tecnologia. O Modelo PEST é amplamente usado como estratégia para definir as grandes questões e preocupações em relação à: Política, Economia, o ambiente Social e a Tecnologia. Uma organização saudável e rentável cuida de todas estas frentes simultaneamente. Tem que apresentar ótimos resultados em seu balanço comercial, combinando com a satisfação dos seus colaboradores (com a empresa, com o seu líder imediato, com o seu salário, com o seu reconhecimento e crescimento de carreira). Este é o grande desafio. Obter de forma balanceada e sustentáveis resultados positivos nas 5 frentes básicas. É um princípio simples, mas universal na gestão dos negócios. Visando atingir a direção estratégica para essas frentes são definidos/acompanhados indicadores mensuráveis para garantir o êxito da estratégia pretendida. E traçados planos de ação corretivos sempre quando houver desvio do objetivo inicial.

A diferença entre o público e o privado está em quem conduz e monitora o processo. Em uma empresa são diretores executivos monitorados pelo conselho de administração. São profissionais   preparados, remunerados e cobrados para este fim, respondendo com o seu emprego pessoal caso os objetivos corporativos não sejam alcançados.

Precisaríamos ver o mesmo processo e empenho na gestão pública visando balancear Satisfação das Pessoas (empregados da iniciativa privada, funcionários públicos, empreendedores...) Resultados econômicos (PIB, Renda per capita, balança comercial, balanço de contas correntes...) Processos (novas formas de produzir e comercializar com maior produtividade) usando de forma inteligente a Tecnologia disponível para a sociedade. Não basta "puxar a brasa" apenas para um lado como todo "populista" gosta de fazer; precisa atender a todas as demandas de forma balanceada.

Apesar de todas as dificuldades que um sistema democrático possa apresentar para termos um modelo público com uma direção estratégica deveríamos discutir politicamente esta possibilidade.  Por exemplo, no primeiro ano de mandato de um novo presidente é formalizado um planejamento estratégico nacional para os próximos 4 anos. Como cabelo de freira, todos sabem que ele existe, mas ninguém vê. Poderia ser o início, o fio da meada.


João Teixeira de Azevedo Neto

Consultor de Gestão, Pessoas e Negócios

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